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| Foram encontrados 29 Livros |
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ALMANAQUE DO AMOR No Fluxo da Utopia
Bernardo Pellegrini - Maria Angélica Abramo
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| No Almanaque do Amor Bernardo Pellegrini e Maria Angélica Abramo utilizam a linguagem desregrada dos almanaques, colocando lado a lado idéias eruditas e abordagens mais populares sobre o amor, a exemplo das receitas e simpatias, além de horóscopos e afrodisíacos. Tudo isso, distribuído numa coletânea de ensaios, crônicas, reportagens, perfis, entrevistas e depoimentos que resumem a história do amor – enfim, a história do próprio ser humano. |
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ANARQUIA, A
Errico Malatesta
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| Em uma belíssima introdução ao anarquismo, Errico Malatesta discute neste livro, o que é o anarquismo. Diversos assuntos são abordados, tais como os governantes, o Estado, o autoritarismo e a liberdade. Uma pequena biografia do autor abre o livro, permitindo que o leitor conheça um pouco mais a brilhante vida desse grande militante. |
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ANARQUIA, A Sua Filosofia, Seu Ideal
Piotr Kropotkin
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| A Anarquia de Piotr Kropotkin discute a emergência da anarquia a partir de um progresso que brota da evolução natural das idéias em nível de todos os ramos do saber. Com intentos revolucionários, pretende contribuir para a construção de um novo mundo, de uma nova sociedade. A filosofia de Kropotkin é herdeira dos pensadores iluministas que impulsionaram o desenvolvimento das ciências naturais no século XIX. Para ele, o anarquismo seria parte desta corrente filosófico-científica que legitimaria a explicação naturalista por meio do método indutivo. A anarquia, para tanto, não deve basear-se em fundamentos metafísicos e teológicos, mas sim em bases racionais com objetivo de estabelecer uma crítica radical das instituições autoritárias e, a partir dela, desenvolver uma sociedade fundada na liberdade. Este livro é um belo clássico que é interessante tanto para aqueles que buscam conhecer os ideais libertários, quanto para os mais experientes no assunto. |
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ANARQUISTAS E AS ELEIÇÕES, OS
Mikhail Bakunin - Piotr Kropotkin - Errico Malatesta - Octave Mirbeau - Jean Grave - P. J. Vidal - Jaime Cubero - Zo D'axa
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| Sempre que um direito torna-se dever, a vitória de sua conquista é transformada em derrota e as causas que o justificam configuram um verdadeiro engodo. Essa constatação cabe ao pensarmos sobre as eleições. Não há dúvidas de que o sufrágio universal é preferível em relação às ditaduras. Por muito tempo foram realizadas lutas pela realização de eleições livres e universais, sendo que em alguns países de política baseada na tradição iluminista isso não é um direito. Qualquer governo ditatorial, se fosse efetivamente satisfatório, não necessitaria de uma ditadura para se manter no poder. A crítica anarquista não é em relação ao sufrágio em si, mas a todo o sistema de ilusões e desmobilização de ações populares, provocadas pelo sistema eleitoral. Falando em outros termos, é historicamente comprovado que profundas alterações sociais não saem de dentro de urnas. Críticas ácidas ao sistema representativo eleitoral contemporâneo, às farsas perpetradas pelos candidatos e ao profundo desejo de açoite das massas de votantes são encontradas neste livro, traduzindo muito do que os anarquistas pensam sobre o assunto. O tom da obra é sintetizado pelo militante francês Zo D’Axa ao concluir que “uma câmara composta de deputados idiotas e deputados desonestos representa maravilhosamente bem [...] os Eleitores que vocês são.” Em suma, “uma nação tem os delegados que ela merece.” |
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