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Foram encontrados 62 Livros

ANÁLISE DO ESTADO - O ESTADO COMO PARADIGMA DE PODER  
Eduardo Colombo

Étienne de La Boétie, autor da Renascença francesa, escreve um estudo questionando de onde vem a vontade humana de servir a um superior e o porquê dela existir. Colombo atua sobre o mesmo espectro, mas sob um viés diferente. Ele trata do nascimento de organizações políticas complexas que restringem a liberdade do homem, relegando-o à submissão. Parte da polis grega e chega ao Estado Nacional Moderno, demonstrando como o paradigma de poder do Estado é justamente a sujeição da população de um território nacional. Relembrando autores célebres do anarquismo como Bakunin e Kropotkin, o autor afirma que: “Toda relação social, numa sociedade, forma Estado, é, em última instância, uma relação de comando-obediência de dominante e dominado”. É um estudo de suma importância para que o leitor compreenda os fatores político-sociais, econômicos e, inclusive, da psicologia social que tornam aceitáveis a soberania de uma instituição baseada na tirania.   -    leia mais

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ANARQUIA, A  
Errico Malatesta

Em uma belíssima introdução ao anarquismo, Errico Malatesta discute neste livro, o que é o anarquismo. Diversos assuntos são abordados, tais como os governantes, o Estado, o autoritarismo e a liberdade. Uma pequena biografia do autor abre o livro, permitindo que o leitor conheça um pouco mais a brilhante vida desse grande militante.   -    leia mais

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ANARQUIA, A  Sua Filosofia, Seu Ideal
Piotr Kropotkin

A Anarquia de Piotr Kropotkin discute a emergência da anarquia a partir de um progresso que brota da evolução natural das idéias em nível de todos os ramos do saber. Com intentos revolucionários, pretende contribuir para a construção de um novo mundo, de uma nova sociedade. A filosofia de Kropotkin é herdeira dos pensadores iluministas que impulsionaram o desenvolvimento das ciências naturais no século XIX. Para ele, o anarquismo seria parte desta corrente filosófico-científica que legitimaria a explicação naturalista por meio do método indutivo. A anarquia, para tanto, não deve basear-se em fundamentos metafísicos e teológicos, mas sim em bases racionais com objetivo de estabelecer uma crítica radical das instituições autoritárias e, a partir dela, desenvolver uma sociedade fundada na liberdade. Este livro é um belo clássico que é interessante tanto para aqueles que buscam conhecer os ideais libertários, quanto para os mais experientes no assunto.  -    leia mais

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ANARQUISMO E ANTICLERICALISMO  
Eduardo Valladares

Neste livro, Valladares discute até que ponto a Igreja acaba por anular a responsabilidade individual na medida em que postula resignação e espera pela morte. Ele trata também do caráter totalizante das instituições clericais, que não respeitam as diferenças entre as pessoas que, como escreveu Stendhal, “são fundadas sobre o temor de muitos e a esperteza de poucos”.  -    leia mais

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ANARQUISMO, OBRIGAÇÃO SOCIAL E DEVER DE OBEDIÊNCIA  
Eduardo Colombo

Neste belo estudo sobre as relações de poder, Eduardo Colombo, ex-membro da Federação Operária Regional Argentina (F.O.R.A.) e atual militante da Conféderatión National du Travail (C.N.T.) Vignoles na França, trata o assunto por meio de uma análise semântica que faz o leitor viajar através do latim e do grego. A partir daí, o autor analisa as relações de poder, que muitas vezes transformam-se em relações de dominação e submissão. A mudança de paradigma proposta é, sem dúvida, um diferencial do livro, apontando para as soluções e práticas libertárias de renúncia à dominação e às relações de obediência do indivíduo perante o Estado ou outros indivíduos. Um livro de suma importância aos interessados na questão do poder.  -    leia mais

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ANARQUISTAS E AS ELEIÇÕES, OS  
Mikhail Bakunin - Piotr Kropotkin - Errico Malatesta - Octave Mirbeau - Jean Grave - P. J. Vidal - Jaime Cubero - Zo D'axa

Sempre que um direito torna-se dever, a vitória de sua conquista é transformada em derrota e as causas que o justificam configuram um verdadeiro engodo. Essa constatação cabe ao pensarmos sobre as eleições. Não há dúvidas de que o sufrágio universal é preferível em relação às ditaduras. Por muito tempo foram realizadas lutas pela realização de eleições livres e universais, sendo que em alguns países de política baseada na tradição iluminista isso não é um direito. Qualquer governo ditatorial, se fosse efetivamente satisfatório, não necessitaria de uma ditadura para se manter no poder. A crítica anarquista não é em relação ao sufrágio em si, mas a todo o sistema de ilusões e desmobilização de ações populares, provocadas pelo sistema eleitoral. Falando em outros termos, é historicamente comprovado que profundas alterações sociais não saem de dentro de urnas. Críticas ácidas ao sistema representativo eleitoral contemporâneo, às farsas perpetradas pelos candidatos e ao profundo desejo de açoite das massas de votantes são encontradas neste livro, traduzindo muito do que os anarquistas pensam sobre o assunto. O tom da obra é sintetizado pelo militante francês Zo D’Axa ao concluir que “uma câmara composta de deputados idiotas e deputados desonestos representa maravilhosamente bem [...] os Eleitores que vocês são.” Em suma, “uma nação tem os delegados que ela merece.”  -    leia mais

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ANARQUISTAS JULGAM MARX, OS  
Alexandre Skirda - Maurice Joyeux - Rudolf Rocker - Gaston Leval - Eric Vilain - Jean Barrué - Daniel Guerin -

O que resta hoje do pensamento de Marx? Quais são os grandes erros ideológicos que recobrem sua obra? Por que esse pensamento eclipsou por muito tempo as outras correntes do socialismo? Eis algumas questões cujas respostas os leitores sem dúvida encontrarão nesta obra. Deixa-se ao leitor o prazer de descobrir tudo isso e também um Marx tal como os anarquistas o julgam. O livro é uma compilação de artigos que tratam desde as discordâncias entre Marx e Proudhon, em meados do século XIX, até os conflitos com Bakunin na AIT. O livro faz ainda, uma crítica bastante severa às características que o marxismo trouxe ao socialismo e que, em grande medida, sobrevivem até hoje. Um livro muito atual, sem dúvida.  -    leia mais

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APELO À UNIDADE DO MOVIMENTO LIBERTÁRIO   
Jean-Marc Raynaud

Neste livro, Raynaud faz uma crítica do movimento anarquista contemporâneo e coloca como condição obrigatória para o crescimento e efetividade deste movimento (do qual faz parte há algumas décadas) o abandono das antigas clivagens do anarquismo: anarco-sindicalismo, anarco-comunismo e anarco-individualismo, em nome do anarquismo social. Tanto a crítica, quanto a proposta do autor são muito interessantes. O livro é de suma importância para todos que se preocupam com o futuro do anarquismo.   -    leia mais

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