| Foram encontrados 5 Livros |
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ARTE DA FICÇÃO, A
Henry James
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| Em 1884, quando o escritor Henry James, então vivendo em Londres, escreveu este maravilhoso ensaio, a crítica se dividia em duas correntes. A maior era a dos que acreditavam que a arte tinha uma finalidade moral, espécie de prestadora de serviços públicos. A outra, na linha romântica, defendia a arte pela arte, auto-suficiente em relação à realidade. Henry James fundou a terceira via. Para ele, a arte necessariamente tem implicações morais, mas sua execução é essencialmente livre. Assim, Henry James continuava fiel aos princípios estéticos da arte que, segundo ele, somente poderia ser atingida em caso de haver autenticidade na obra. “Para ele, a arte verdadeira nutre-se da experiência autêntica. É com admiração que discute a autenticidade da arte do fundador do movimento naturalista na literatura, o romancista e crítico francês Émile Zola (1840-1902).” |
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DO ROMANCE
Émile Zola
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| Do Romance de Emile Zola reúne estudos em que o escritor apresenta toda a sua crença em uma concepção artística desprovida de qualquer indulgência em relação à raça humana e influenciada pelo positivismo e pelas descobertas científicas do século XIX. |
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NAS TRILHAS DA CRÍTICA
Marcel Proust
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| Nas Trilhas da Crítica reúne textos de Marcel Proust em que toma por objeto de análise obras de autores clássicos e de artistas contemporâneos num movimento que revela seu método de leitura, mostrando a importância da inteligência criadora para o exercício perceptivo da linguagem. |
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RAZÕES DE UMA POESIA
G. Ungaretti
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| Razões de uma Poesia de Giuseppe Ungaretti é uma obra que procura concentrar-se, antes de mais nada, nas razões de sua poesia, explicitando teoricamente seu tema central: a criação poética em sua relação ambivalente com o passado, a tradição poética ocidental. |
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