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A REVOLUÇÃO RUSSA E A DITADURA BOLCHEVIQUE
Emma Goldman
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AGONIA DA IDADE MÉDIA
Jules Michelet
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| A Agonia da Idade Média de Jules Michelet é uma obra marcada pelas trevas. As manifestações populares são obscurecidas, dando lugar à rebeldia de Lutero e à ousadia de Colombo. O autor sente-se traído: tinha acreditado na aparência e não tinha compreendido a verdadeira realidade de obscurantismo e sombras. |
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ALMANAQUE DO AMOR No Fluxo da Utopia
Bernardo Pellegrini - Maria Angélica Abramo
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| No Almanaque do Amor Bernardo Pellegrini e Maria Angélica Abramo utilizam a linguagem desregrada dos almanaques, colocando lado a lado idéias eruditas e abordagens mais populares sobre o amor, a exemplo das receitas e simpatias, além de horóscopos e afrodisíacos. Tudo isso, distribuído numa coletânea de ensaios, crônicas, reportagens, perfis, entrevistas e depoimentos que resumem a história do amor – enfim, a história do próprio ser humano. |
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ANÁLISE DO ESTADO - O ESTADO COMO PARADIGMA DE PODER
Eduardo Colombo
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| Étienne de La Boétie, autor da Renascença francesa, escreve um estudo questionando de onde vem a vontade humana de servir a um superior e o porquê dela existir. Colombo atua sobre o mesmo espectro, mas sob um viés diferente. Ele trata do nascimento de organizações políticas complexas que restringem a liberdade do homem, relegando-o à submissão. Parte da polis grega e chega ao Estado Nacional Moderno, demonstrando como o paradigma de poder do Estado é justamente a sujeição da população de um território nacional. Relembrando autores célebres do anarquismo como Bakunin e Kropotkin, o autor afirma que: “Toda relação social, numa sociedade, forma Estado, é, em última instância, uma relação de comando-obediência de dominante e dominado”. É um estudo de suma importância para que o leitor compreenda os fatores político-sociais, econômicos e, inclusive, da psicologia social que tornam aceitáveis a soberania de uma instituição baseada na tirania. |
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ANARQUIA, A
Errico Malatesta
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| Em uma belíssima introdução ao anarquismo, Errico Malatesta discute neste livro, o que é o anarquismo. Diversos assuntos são abordados, tais como os governantes, o Estado, o autoritarismo e a liberdade. Uma pequena biografia do autor abre o livro, permitindo que o leitor conheça um pouco mais a brilhante vida desse grande militante. |
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ANARQUIA, A Sua Filosofia, Seu Ideal
Piotr Kropotkin
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| A Anarquia de Piotr Kropotkin discute a emergência da anarquia a partir de um progresso que brota da evolução natural das idéias em nível de todos os ramos do saber. Com intentos revolucionários, pretende contribuir para a construção de um novo mundo, de uma nova sociedade. A filosofia de Kropotkin é herdeira dos pensadores iluministas que impulsionaram o desenvolvimento das ciências naturais no século XIX. Para ele, o anarquismo seria parte desta corrente filosófico-científica que legitimaria a explicação naturalista por meio do método indutivo. A anarquia, para tanto, não deve basear-se em fundamentos metafísicos e teológicos, mas sim em bases racionais com objetivo de estabelecer uma crítica radical das instituições autoritárias e, a partir dela, desenvolver uma sociedade fundada na liberdade. Este livro é um belo clássico que é interessante tanto para aqueles que buscam conhecer os ideais libertários, quanto para os mais experientes no assunto. |
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ANARQUISMO E ANTICLERICALISMO
Eduardo Valladares
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| Neste livro, Valladares discute até que ponto a Igreja acaba por anular a responsabilidade individual na medida em que postula resignação e espera pela morte. Ele trata também do caráter totalizante das instituições clericais, que não respeitam as diferenças entre as pessoas que, como escreveu Stendhal, “são fundadas sobre o temor de muitos e a esperteza de poucos”. |
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ANARQUISMO, OBRIGAÇÃO SOCIAL E DEVER DE OBEDIÊNCIA
Eduardo Colombo
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| Neste belo estudo sobre as relações de poder, Eduardo Colombo, ex-membro da Federação Operária Regional Argentina (F.O.R.A.) e atual militante da Conféderatión National du Travail (C.N.T.) Vignoles na França, trata o assunto por meio de uma análise semântica que faz o leitor viajar através do latim e do grego. A partir daí, o autor analisa as relações de poder, que muitas vezes transformam-se em relações de dominação e submissão. A mudança de paradigma proposta é, sem dúvida, um diferencial do livro, apontando para as soluções e práticas libertárias de renúncia à dominação e às relações de obediência do indivíduo perante o Estado ou outros indivíduos. Um livro de suma importância aos interessados na questão do poder. |
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