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| Foram encontrados 24 Livros |
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ANÁLISE DO ESTADO - O ESTADO COMO PARADIGMA DE PODER
Eduardo Colombo
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| Étienne de La Boétie, autor da Renascença francesa, escreve um estudo questionando de onde vem a vontade humana de servir a um superior e o porquê dela existir. Colombo atua sobre o mesmo espectro, mas sob um viés diferente. Ele trata do nascimento de organizações políticas complexas que restringem a liberdade do homem, relegando-o à submissão. Parte da polis grega e chega ao Estado Nacional Moderno, demonstrando como o paradigma de poder do Estado é justamente a sujeição da população de um território nacional. Relembrando autores célebres do anarquismo como Bakunin e Kropotkin, o autor afirma que: “Toda relação social, numa sociedade, forma Estado, é, em última instância, uma relação de comando-obediência de dominante e dominado”. É um estudo de suma importância para que o leitor compreenda os fatores político-sociais, econômicos e, inclusive, da psicologia social que tornam aceitáveis a soberania de uma instituição baseada na tirania. |
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ANARQUIA, A
Errico Malatesta
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| Em uma belíssima introdução ao anarquismo, Errico Malatesta discute neste livro, o que é o anarquismo. Diversos assuntos são abordados, tais como os governantes, o Estado, o autoritarismo e a liberdade. Uma pequena biografia do autor abre o livro, permitindo que o leitor conheça um pouco mais a brilhante vida desse grande militante. |
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ANARQUISMO, OBRIGAÇÃO SOCIAL E DEVER DE OBEDIÊNCIA
Eduardo Colombo
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| Neste belo estudo sobre as relações de poder, Eduardo Colombo, ex-membro da Federação Operária Regional Argentina (F.O.R.A.) e atual militante da Conféderatión National du Travail (C.N.T.) Vignoles na França, trata o assunto por meio de uma análise semântica que faz o leitor viajar através do latim e do grego. A partir daí, o autor analisa as relações de poder, que muitas vezes transformam-se em relações de dominação e submissão. A mudança de paradigma proposta é, sem dúvida, um diferencial do livro, apontando para as soluções e práticas libertárias de renúncia à dominação e às relações de obediência do indivíduo perante o Estado ou outros indivíduos. Um livro de suma importância aos interessados na questão do poder. |
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ANARQUISTAS E AS ELEIÇÕES, OS
Mikhail Bakunin - Piotr Kropotkin - Errico Malatesta - Octave Mirbeau - Jean Grave - P. J. Vidal - Jaime Cubero - Zo D'axa
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| Sempre que um direito torna-se dever, a vitória de sua conquista é transformada em derrota e as causas que o justificam configuram um verdadeiro engodo. Essa constatação cabe ao pensarmos sobre as eleições. Não há dúvidas de que o sufrágio universal é preferível em relação às ditaduras. Por muito tempo foram realizadas lutas pela realização de eleições livres e universais, sendo que em alguns países de política baseada na tradição iluminista isso não é um direito. Qualquer governo ditatorial, se fosse efetivamente satisfatório, não necessitaria de uma ditadura para se manter no poder. A crítica anarquista não é em relação ao sufrágio em si, mas a todo o sistema de ilusões e desmobilização de ações populares, provocadas pelo sistema eleitoral. Falando em outros termos, é historicamente comprovado que profundas alterações sociais não saem de dentro de urnas. Críticas ácidas ao sistema representativo eleitoral contemporâneo, às farsas perpetradas pelos candidatos e ao profundo desejo de açoite das massas de votantes são encontradas neste livro, traduzindo muito do que os anarquistas pensam sobre o assunto. O tom da obra é sintetizado pelo militante francês Zo D’Axa ao concluir que “uma câmara composta de deputados idiotas e deputados desonestos representa maravilhosamente bem [...] os Eleitores que vocês são.” Em suma, “uma nação tem os delegados que ela merece.” |
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APELO À UNIDADE DO MOVIMENTO LIBERTÁRIO
Jean-Marc Raynaud
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| Neste livro, Raynaud faz uma crítica do movimento anarquista contemporâneo e coloca como condição obrigatória para o crescimento e efetividade deste movimento (do qual faz parte há algumas décadas) o abandono das antigas clivagens do anarquismo: anarco-sindicalismo, anarco-comunismo e anarco-individualismo, em nome do anarquismo social. Tanto a crítica, quanto a proposta do autor são muito interessantes. O livro é de suma importância para todos que se preocupam com o futuro do anarquismo. |
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AUTORITARISMO E ANARQUISMO
Errico Malatesta
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| Este livro é uma compilação de artigos que visa discutir as diversas faces do autoritarismo. Nele, Malatesta discute questões como organização anarquista, o socialismo de Estado, e a Revolução. Há dois interessantes artigos em que Malatesta discute com Nestor Makhno a Plataforma Organizacional e suas implicações na organização anarquista. Em outros três artigos, critica com grande ênfase o socialismo de Estado, cujo objetivo é centralizar no Estado todas as decisões políticas, econômicas e sociais, depois que a Revolução triunfe. Um belo prefácio de Alexandre Samis dá início ao livro, situando os artigos historicamente e dando ao leitor um panorama das mobilizações socialistas desde o século XIX até o início do século XX. |
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BAIRRO, A COMUNA, A CIDADE...,O Espaços Libertários
Murray Bookchin - Paul Boino - Marianne Enckel
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| Este livro é uma compilação de quatro ótimos artigos que giram em torno do debate municipalismo libertário versus comunalismo. O primeiro deles, O Municipalismo Libertário de Murray Bookchin, desenvolve este conhecido conceito do autor, que concebe as práticas libertárias de federalismo, autogestão e ecologia social, dentro estruturas das estruturas da cidade, mesmo dentro do capitalismo. O segundo, Municipalismo e Comunalismo de Paul Boino defende as práticas comunalistas e polemiza com relação à criação de alternativas libertárias em meio ao capitalismo. O terceiro, Spezzano Albanese: a Experiência Comunalista, escrito pela Federação Municipal de Base, expõe as práticas desse grupo italiano, com a intenção de sair um pouco do âmbito teórico e partir mais para a prática. O artigo Agitação Comunal ou Municipalismo Libertário? de Marianne Enckell fecha o livro, discutindo a coerência libertária dentro dessa problemática apresentada. |
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DEUS E O ESTADO
Mikhail Bakunin
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| Este livro é um clássico do russo Mikhail Bakunin. Nele, o autor discute a autoridade a partir da idéia de Deus e do Estado. Como um grande – e talvez o maior – defensor da liberdade do homem, entendendo-a como a liberdade coletiva, aquela que possibilita a todos o completo desenvolvimento de suas faculdades morais e materiais, Bakunin despeja todo o seu ódio contra a religião, a idéia de Deus, a fé e o Estado, todos estes sendo sinônimos de dominação e escravidão. |
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